A CINCO reúne sinais de dispositivos, conversa diária e registro de enfermagem em uma única estrutura viva, o Contexto do Paciente, e coloca esse contexto na mão de quem cuida, todos os dias, no intervalo entre uma consulta e outra.
Consulta de hoje, consulta daqui a três meses. Todo o dinheiro, toda a tecnologia e todo o profissional estão nesses dois pontos. Mas é entre eles que a pressão descompensa numa quinta-feira, que a glicemia oscila em silêncio e que a internação evitável nasce. São noventa dias no escuro, com ninguém olhando.
São condições que a atenção primária resolveria se tivesse chegado antes. R$ 39,5 bilhões por ano, e cada uma delas começou naquele intervalo.
ICSAP 2000–2022, Ciência & Saúde Coletiva (base SIH/SUS)A primeira tentativa do mercado exigia comportamento ativo: baixar, logar, registrar, interpretar. Quem mais precisa é exatamente quem menos adere.
Sahha, análise de retenção de apps de saúde, 2025A segunda tentativa foi medir tudo: pulseira, balança, medidor de pressão. Sem ninguém do outro lado lendo o resultado, o efeito é estatisticamente quase nada.
Tucker KL et al., PLOS Medicine, 2017Dado sem contexto não vira cuidado.
Cuidado sem presença não muda desfecho.
Uma meta-análise publicada na PLOS Medicine reuniu dados individuais de pacientes de dezenas de estudos de automonitoramento de pressão arterial, o padrão-ouro metodológico.
Quando a pessoa mede sozinha, com o melhor equipamento, e ninguém olha o resultado: 1,0 mmHg. Quando a mesma pessoa mede e tem alguém do outro lado que lê, liga e orienta: 6,1 mmHg. Mesmo aparelho, mesma pessoa, mesma medida.
Por isso a arquitetura da CINCO não é uma escolha de produto. É a única combinação que a evidência sustenta.
Máquina, conversa e profissional de saúde escutam a mesma pessoa todos os dias e escrevem na mesma estrutura de dados.
Smartwatch, medidor de pressão, glicosímetro, balança, fita métrica. Os sinais entram sozinhos: ninguém anota, ninguém digita, ninguém abre planilha.
Hub aberto de integraçõesA CintIA fala com a pessoa todos os dias e pergunta o que sensor nenhum mede: se tomou o remédio, se dormiu, se conseguiu marcar a consulta, como foi a semana.
Linguagem simples, todo diaO SHOC (Strategic Health Operation Center) é o nosso centro de operação. Quando o sinal pede mais que tecnologia, gente de verdade entra em cena: liga, orienta, aciona a equipe local e registra o que viu.
Protocolo, escala e auditoriaE elas escrevem todas no mesmo lugar.
Um pacote estruturado, um para cada pessoa, que a plataforma monta e mantém vivo. É ele, e não o sensor, não o canal, não só o modelo de IA, que permite que os profissionais de saúde possam ser mais compassivos, garantindo informações realmente personalizadas e atualizadas de cada pessoa.
Não é uma foto: cada medida, cada resposta e cada ligação volta para dentro dele. O contexto fica mais denso a cada dia que a pessoa está com a gente. É isso que faz o acompanhamento ser individual em escala.
Um número numa tela, para alguém que não sabe o que fazer com ele. É o que qualquer integração de dispositivo entrega.
Dois produtos podem mandar a mesma mensagem no mesmo canal. Só um deles sabe que é o terceiro dia acima do normal e que faltou remédio na sexta.
A CINCO já vem com um conjunto de dispositivos pré-integrados: tensiômetro digital, glicosímetro, smartwatch e balança de bioimpedância. Os sinais entram sozinhos, são normalizados e voltam estruturados no Contexto do Paciente, sem digitação, sem planilha paralela e sem ilha de dado.
Outros dispositivos podem ser conectados mediante avaliação prévia: a equipe técnica analisa protocolo de comunicação, qualidade do sinal e viabilidade da integração antes de incluir o aparelho na operação.
Hipertensão, diabetes, gestação de alto risco, pós-operatório, obesidade, saúde mental, envelhecimento saudável: a plataforma permite desenhar qualquer linha de cuidado, com o protocolo, a cadência e os indicadores da sua instituição. O que não muda é a estrutura por baixo: é sempre o mesmo Contexto do Paciente.
A mesma tecnologia serve a operadora e o município. O que muda é o que fica do nosso lado e o que fica do seu.
Para operadoras, serviços de atenção domiciliar, clínicas e empresas que precisam de acompanhamento diário, saúde preventiva e contexto do paciente, não de mais um painel de dados.
Para instituições públicas que precisam fechar ciclo de cuidado na atenção primária e registrar o que foi feito.
Estudo conduzido no ambulatório de cardiologia do IMIP, no Recife, com pacientes de insuficiência cardíaca avançada e baixa renda, o público mais difícil de engajar que existe.
Num domingo, os parâmetros de um dos pacientes mudaram.
A enfermeira da CINCO viu o alerta e ligou. Ele estava fazendo um esforço físico que não podia fazer.
Ela acionou o SAMU.
A inteligência artificial percebeu. A pessoa decidiu.
Nenhum algoritmo sozinho faz isso, e a gente não quer que faça. Aquela ligação voltou para dentro do Contexto daquele paciente. É assim que ele fica mais denso.
A operação da CINCO com a Secretaria Municipal de Saúde de Olinda virou reportagem na TV Globo. Cinco minutos que mostram o que acontece entre uma consulta e outra, com paciente, enfermagem e gestão pública falando.
Dado, todo mundo coleta.
Alerta, qualquer sistema dispara.
Mensagem, qualquer robô manda.
Contexto é outra coisa: é saber quem é a pessoa,
o que aconteceu ontem e o que foi dito na sexta.
O corpo fala. A CINCO escuta.
Não. A CINCO é uma plataforma de bem-estar e qualidade de vida. Não emite diagnóstico, não prescreve, não ajusta medicamento e não substitui consulta. Toda decisão clínica é de um profissional de saúde, e é por isso que a enfermagem está dentro da operação, não fora dela.
Não. É uma estrutura de dados com formato e fronteira definidos: identificação, linhas de cuidado ativas, linha principal, perfil clínico, dispositivos que a pessoa efetivamente tem, preferências de contato e o histórico que cada protocolo escreve de volta. A plataforma monta e entrega isso por uma interface autenticada, antes de qualquer conversa. E só entra linha de cuidado confirmada por uma pessoa: sugestão que ninguém revisou não entra.
Ela não classifica: estruturalmente não pode. A linha de cuidado vem do cadastro, a partir do que a Secretaria ou a operadora informa, e é confirmada por gente antes de entrar no contexto. Se o paciente disser algo que contradiz o cadastro, a CintIA registra a divergência e sinaliza para revisão humana. Isso é regra escrita no protocolo, não ajuste de prompt.
As que a sua instituição precisar. Hoje há linhas em operação para hipertensão com diabetes, gestação de alto risco e acompanhamento de pacientes crônicos complexos, mas a plataforma permite desenhar qualquer linha de cuidado, com protocolo, cadência e indicadores próprios. A estrutura por baixo é sempre a mesma, e é ela que garante consistência entre linhas.
Não necessariamente. A CINCO é um hub: dependendo dos dispositivos, pode ser possível integrar os aparelhos que a instituição já distribui ou que o paciente já tem em casa. Onde não há dispositivo, a conversa diária e o registro de enfermagem sustentam o contexto sozinhos. O usuário ainda pode mandar fotos de resultados de tensiômetro ou glicosímetro e a nossa IA interpreta e registra os dados. A integração com o hardware pode entrar depois, sem refazer a implantação.
A experiência de conversa é da CINCO e acontece no nosso aplicativo, junto com a integração dos dispositivos. A visão do gestor está na plataforma da CINCO, que é integrada ao app do usuário. Mas canal é a parte menos interessante da pergunta: canal se troca. O que não se troca é o Contexto do Paciente por trás da conversa.
Depende do volume de vidas e das integrações, mas a implantação é por etapas e com ativação progressiva: cadastro e confirmação das linhas de cuidado, configuração dos protocolos, integração dos dispositivos e entrada da operação de enfermagem. A gente abre o cronograma real na primeira conversa, com o seu cenário na mesa.
São 30 minutos para entender a sua operação, mostrar a plataforma funcionando com o Contexto do Paciente de verdade e desenhar junto o formato que faz sentido para a sua instituição.
Atendimento a operadoras, serviços de atenção domiciliar, clínicas e secretarias municipais de saúde